quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Autonomia

Autonomia

Professor que se auto-avalia e ensina seus alunos a se auto-avaliarem constrói a autonomia pedagógica da escola e a autonomia dos alunos enquanto sujeitos do conhecimento.
... “Crescer, evoluir, tornar-se pessoa é caminhar da dependência para a interdependência, aumentando progressivamente a consciência de que somos os artífices de nossas próprias vidas. Professores estimulam a autonomia dos alunos sempre que os convidam a assumir o controle sobre suas decisões e ações, sempre que os colocam na posição de sujeitos ativos na construção do conhecimento, sempre que os incentivam a projetar objetivos e a desenhar em cores vívidas a visão de seu próprio futuro e o tipo de ônibus, trem ou nave que será necessário tomar para atingir o sonho.
Só podemos apoiar a construção da autonomia dos mais jovens se nós, adultos, agirmos como seres autônomos. É preciso parar de culpar os outros por insucessos e dificuldades do percurso. Até que ponto estamos assumindo a responsabilidade por cuidar de nossa saúde, das relações com as pessoas amigas e amadas, de nosso aperfeiçoamento profissional? Ser autônomo é sentir que temos o poder de, a qualquer instante, mudar de rumo. Quem maneja o leme somos nós.”

A Educação do futuro



A EDUCAÇÃO DO FUTURO






A educação será cada vez mais complexa, porque a sociedade vai tornando-se em todos os campos mais complexa, exigente e necessitada de aprendizagem contínua. A educação acontecerá cada vez mais ao longo da vida, de forma seguida, mais inclusiva, em todos os níveis e modalidades e em todas as atividades profissionais e sociais.
As tecnologias na educação do futuro também se multiplicam e se integram; tornam-se mais e mais audiovisuais, instantâneas e abrangentes. Caminhamos para formas fáceis de vermos ouvirmos, falarmos escrevermos a qualquer momento, de qualquer lugar, a custos progressivamente menores embora altos para a maior parte da população.
As modalidades de cursos serão extremamente variadas, flexíveis e “customizadas”, isto é, adaptadas ao perfil e momento de cada aluno. Não se falará daqui a dez ou quinze anos em cursos presenciais e cursos a distância. Os cursos serão extremamente flexíveis no tempo, no espaço, na metodologia, na gestão de tecnologias, na avaliação. Também não se falará de “e–learning”, mas de “learning” simplesmente, de aprendizagem.
A educação pela internet, ou e-learning é um mercado que deve crescer no mundo todo quase quatro vezes em quatro anos, passando de US$ 6.6 bilhões em 2002 para US$ 23.7 bilhões em 2006, segundo projeção da International Data Corporation (IDC Group), uma das mais respeitadas companhias de análise do mercado de tecnologia e negócios. Na pesquisa realizada no verão de 2003 por Brandon Hall, nos Estados Unidos, 81% dos 300 participantes indicaram que suas empresas têm, pelo menos, uma ou duas estratégias de negócios suportadas por e-Learning.No Brasil, o e-learning cresceu 33% em 2002 (passando de um movimento de US$ 60 milhões em 2001 para US$ 80 milhões, segundo divulgação do Congresso e-Learning Brasil 2003). No mesmo congresso divulgou-se que 250 grandes corporações que atuam no Brasil já utilizam a tecnologia para o treinamento dos funcionários, especialmente nas áreas de Vendas, Marketing e Tecnologia da Informação.